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Comando Regional da BM no Litoral divulga redução da criminalidade

Maior declínio ocorreu nos furtos e arrombamentos em estabelecimentos comerciais, com três registros em maio deste ano

Henrique Pajares

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Comando da BM anunciou a redução da criminalidade no Litoral (Foto: Soldado Tiago / 8º BPM)

O Comando Regional de Polícia Ostensiva do Litoral (CRPO Litoral) apresenta um balanço com redução dos indicadores criminais do mês de maio nos 25 municípios atendidos pelo 8º BPM e 2º BPAT, com análise do impacto provocado pelo distanciamento social durante a pandemia do coronavírus, sobre os principais índices.

Todos os indicadores baixaram em relação ao mês de maio do ano passado. A maior redução ocorreu nos furtos e arrombamentos em estabelecimentos comerciais, com três registros em maio deste ano, contra 22 ocorrências no mesmo período de 2019, representando 86,3%. O mesmo indicador em residências também baixou de 130 no ano passado para 37 no último mês, o que significa 71,5% a menos. Ainda baixou o roubo a residências em 62,5%, tendo ocorrido oito casos no ano passado e três em maio de 2020 e o roubo a estabelecimentos comerciais desceu de 15 registros para seis, em percentual de 60%.

O roubo a pedestre teve redução de 59 casos em maio do ano anterior para 32 no mesmo mês deste ano, o que representa 45,7% a menos.

O arrombamento de veículo para o furto de objetos no seu interior caiu de 37 para 12 (67,5%); o furto de veículo reduziu de 42 para 26 registros (38%); e o roubo de veículos baixou de nove para oito (11,1%).

O número de casos de perturbação do sossego alheio também caiu de 15 para 12, demonstrando uma baixa de ocorrências de 20%. Não foi registrado nenhum homicídio doloso na região de abrangência do CRPO Litoral em maio deste ano, enquanto em 2019 ocorreram sete.

Diante do isolamento social vivido nos últimos meses, alguns indicadores sofreram redução natural decorrente da menor circulação de pessoas e veículos nas ruas, no entanto, o comandante do CRPO Litoral, coronel Marcel Vieira Nery, salienta que durante o período da pandemia a Brigada Militar manteve suas ações e operações, visando a prevenção e a repressão qualificada de delitos, tendo por base o planejamento estratégico, a integração entre diversos órgãos envolvidos e a atuação da inteligência policial.

“Visamos a coibir delitos contra instituições financeiras e comércios locais, por meio de ações preventivas. Com a Operação Sossego, o objetivo foi coibir a perturbação do sossego durante o horário do repouso noturno, por meio de abordagens em praças públicas e locais com acúmulo de pessoas. Já a Operação Inquietação, realiza o patrulhamento em locais considerados de maior circulação de delinquentes integrantes de grupos específicos, abordando veículos e revistando indivíduos suspeitos de delitos.

A aglomeração de pessoas em determinados locais de alguns municípios da região gerou uma ação mais efetiva da Brigada Militar, especialmente em finais de semana, visando a coibir violações às medidas sanitárias preventivas de transmissão do coronavírus e a perturbação do sossego público. “A Brigada Militar é solidária ao período de isolamento, que determina a renúncia de certos direitos em prol da coletividade, colocando-se como guardiã dos direitos coletivos, atuando preventiva e repressivamente com proporcionalidade e razoabilidade”, afirmou o coronel Marcel.

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Antecipação da vacina de grupos prioritários será avaliada pelo Ministério da Saúde

Henrique Pajares

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Durante a assembleia virtual do Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde (Conass), realizada na quarta-feira (24/3), os gestores estaduais, inclusive a secretária da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, se posicionaram pela avaliação da antecipação da vacinação de professores e de profissionais das forças de segurança.

O assunto será pautado na próxima segunda-feira (29/3) em reunião da Câmara Técnica do Ministério da Saúde, conforme foi acordado com a coordenadora do Plano Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fontana.

A secretária Arita disse que esta avaliação deverá levar em conta os critérios técnicos do PNI, que é elaborado com base em dados epidemiológicos. Ela informou que o colegiado de secretários considera que essa antecipação só poderá ser realizada depois que todos os idosos forem vacinados.

A antecipação da vacinação destes grupos já ocorreu em alguns Estados da federação, mesmo não estando liberada pelo PNI.

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Petrobras reduz preço de gasolina e diesel nas refinarias em R$ 0,11 por litro

Henrique Pajares

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A Petrobras vai reduzir em R$ 0,11 por litro o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias, a partir de quinta-feira (25). Trata-se do oitavo reajuste em 2021. Na última mudança, que entrou em vigor no sábado (20), houve queda de cerca de 5% no preço médio da gasolina.

Com a redução de cerca de 4%, o preço médio de gasolina da Petrobras nas refinarias será de R$ 2,59 por litro, enquanto o preço médio do diesel passará a ser de R$ 2,75 por litro, queda de 3,8%.
A redução dos combustíveis está ligada ao valor do dólar e do barril de petróleo, que caiu 7,3% na última semana.

No entanto, no ano, a gasolina ainda acumula alta de 40,8% e o diesel, de 36,1%.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.

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Fecomércio-RS pede a abertura do comércio aos fins de semana

Henrique Pajares

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Com a proximidade da Páscoa e diante da necessidade de aquisição de bens considerados não essenciais após sucessivas semanas de restrições, a Fecomércio-RS enviou ao governador Eduardo Leite novo pedido de ajuste das medidas de combate à Covid-19, para evitar a concentração de consumidores por conta da abertura do comércio apenas em dias e horários restritos. A entidade avisa que a redução da janela de abertura e proibição do comércio não essencial nos fins de semana podem levar a um número maior de clientes presentes simultaneamente nos estabelecimentos durante o seu funcionamento. Além disso, os consumidores que não podem realizar compras de segunda a sexta tendem a se concentrar no reduzido número de lojas que podem funcionar aos sábados e domingos.

Desta forma, pela experiência empresarial adquirida, a Fecomércio-RS alerta que, apesar de bem-intencionada, a restrição de abertura do comércio a horários reduzidos não tem o efeito esperado de diminuir a circulação e acaba por provocar maior concentração em um número menor de estabelecimentos, algo que vai contra as medidas indicadas para o combate do coronavírus. A entidade pede que o governador reconsidere a medida e reforça seu compromisso em estimular o cumprimento rígido de todos os protocolos de saúde nas empresas, que, como observado ao longo de 2020, limitam significativamente a transmissão do novo coronavírus.

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