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Geral

Custo do hectare de arroz teve alta de 13,34% sobre a safra passada

Estudo realizado pelo Irga teve como base o cultivo mínimo (predominante na lavoura de arroz do Rio Grande do Sul), ponderado segundo os sistemas de irrigação (mecânica diesel, mecânica elétrica e natural – por gravidade)

Henrique Pajares

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Alcançou R$ 64,70 o custo médio ponderado para produção da saca de arroz em casca de 50 quilos na safra 2019/2020 no Rio Grande do Sul, de acordo com levantamento da Seção de Política Setorial do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) divulgado na segunda-feira (25/5). O custo por hectare ficou em R$ 10.078, considerando média de produtividade de 7.788,26 quilos por hectare (kg/ha) ou 155,77 sacas/ha (média RS há três safras).

O estudo toma por base o cultivo mínimo (predominante na lavoura de arroz do Rio Grande do Sul), ponderado segundo os sistemas de irrigação (mecânica diesel, mecânica elétrica e natural – por gravidade). Os dados foram coletados em lavouras nos municípios de Uruguaiana, Cachoeira do Sul, Pelotas e Santo Antônio da Patrulha, com preços médios das seis regiões orizícolas do Estado.

Na safra passada, o levantamento apontou custo de R$ 58,54 para a saca de 50 quilos de arroz em casca. Em relação ao custo por hectare, a safra 2018/2019 ficou em R$ 8.892,62, com produtividade média de 151,9 sacas/ha (média RS há três safras). Em comparação com a safra passada, o custo por hectare cultivado registrou alta de 13,34%.

Os itens que mais subiram na safra 2019/2020, na comparação com o cultivo anterior, foram aguador (55,59%), terra arrendada (55,59%), secagem (55,57%), administrador (55,55%), aviação (53,71%) e água (51,73%).

Alguns insumos tiveram redução de valores, como transportes internos (-65,15%), juros sobre custeio (-48,64%), fretes (-22,76%) e combustíveis, tanto nas operações de lavoura (-14,16%) como na irrigação (-14,54%).

Os itens que tiveram maior aumento estão relacionados com o preço do arroz, que teve valorização de 51,73% no período. O combustível, no entanto, teve queda no preço, refletindo na diminuição dos custos relacionados.

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Antecipação da vacina de grupos prioritários será avaliada pelo Ministério da Saúde

Henrique Pajares

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Durante a assembleia virtual do Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde (Conass), realizada na quarta-feira (24/3), os gestores estaduais, inclusive a secretária da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, se posicionaram pela avaliação da antecipação da vacinação de professores e de profissionais das forças de segurança.

O assunto será pautado na próxima segunda-feira (29/3) em reunião da Câmara Técnica do Ministério da Saúde, conforme foi acordado com a coordenadora do Plano Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fontana.

A secretária Arita disse que esta avaliação deverá levar em conta os critérios técnicos do PNI, que é elaborado com base em dados epidemiológicos. Ela informou que o colegiado de secretários considera que essa antecipação só poderá ser realizada depois que todos os idosos forem vacinados.

A antecipação da vacinação destes grupos já ocorreu em alguns Estados da federação, mesmo não estando liberada pelo PNI.

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Petrobras reduz preço de gasolina e diesel nas refinarias em R$ 0,11 por litro

Henrique Pajares

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A Petrobras vai reduzir em R$ 0,11 por litro o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias, a partir de quinta-feira (25). Trata-se do oitavo reajuste em 2021. Na última mudança, que entrou em vigor no sábado (20), houve queda de cerca de 5% no preço médio da gasolina.

Com a redução de cerca de 4%, o preço médio de gasolina da Petrobras nas refinarias será de R$ 2,59 por litro, enquanto o preço médio do diesel passará a ser de R$ 2,75 por litro, queda de 3,8%.
A redução dos combustíveis está ligada ao valor do dólar e do barril de petróleo, que caiu 7,3% na última semana.

No entanto, no ano, a gasolina ainda acumula alta de 40,8% e o diesel, de 36,1%.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.

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Fecomércio-RS pede a abertura do comércio aos fins de semana

Henrique Pajares

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Com a proximidade da Páscoa e diante da necessidade de aquisição de bens considerados não essenciais após sucessivas semanas de restrições, a Fecomércio-RS enviou ao governador Eduardo Leite novo pedido de ajuste das medidas de combate à Covid-19, para evitar a concentração de consumidores por conta da abertura do comércio apenas em dias e horários restritos. A entidade avisa que a redução da janela de abertura e proibição do comércio não essencial nos fins de semana podem levar a um número maior de clientes presentes simultaneamente nos estabelecimentos durante o seu funcionamento. Além disso, os consumidores que não podem realizar compras de segunda a sexta tendem a se concentrar no reduzido número de lojas que podem funcionar aos sábados e domingos.

Desta forma, pela experiência empresarial adquirida, a Fecomércio-RS alerta que, apesar de bem-intencionada, a restrição de abertura do comércio a horários reduzidos não tem o efeito esperado de diminuir a circulação e acaba por provocar maior concentração em um número menor de estabelecimentos, algo que vai contra as medidas indicadas para o combate do coronavírus. A entidade pede que o governador reconsidere a medida e reforça seu compromisso em estimular o cumprimento rígido de todos os protocolos de saúde nas empresas, que, como observado ao longo de 2020, limitam significativamente a transmissão do novo coronavírus.

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