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Governo do Estado inicia distribuição de vacina contra dengue para profissionais da atenção primária em saúde

RS recebeu 28 mil doses do novo imunizante produzido pelo Instituto Butantan

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Remessa atenderá 43% dos 64.681 trabalhadores das equipes da atenção primária - Foto: Ascom SES

O governo estadual, iniciou, nesta quinta-feira (26/2), a distribuição do primeiro lote da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. A ação ocorre por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), da Secretaria da Saúde (SES).

A remessa de 28 mil doses é destinada às Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs) e ao município de Porto Alegre. Serão atendidos 43% dos 64.681 trabalhadores – ou seja, quase 28 mil profissionais – das equipes da atenção primária em saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul. A 18ª CRS, com sede em Osório e responsável pelos 23 municípios do Litoral Norte, irá receber a quantia de 1.141 doses.

Público-alvo

A definição do público-alvo para o início da imunização segue diretrizes do Ministério da Saúde (MS). Segundo a orientação, a vacinação começa pelos trabalhadores da APS devido à disponibilidade inicial limitada de doses e ao papel estratégico dessas equipes na linha de frente do SUS.

O documento do MS estabelece que serão contemplados profissionais de saúde que exercem atividades assistenciais e de prevenção nas unidades básicas de saúde (UBS). Dentre eles, estão médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, odontólogos e integrantes das equipes multiprofissionais (nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos).

Também estão incluídos agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e trabalhadores administrativos e de apoio – como recepcionistas, profissionais da limpeza, cozinheiros, motoristas de ambulância, vigilantes e demais equipes que atuam diretamente dentro das unidades básicas de saúde.

As vacinas chegaram ao Estado em 19 de fevereiro, porém, durante a etapa de separação para envio às CRSs, foi identificada uma divergência entre os números de lote impressos nas embalagens e nos frascos, situação que já havia sido observada por outros Estados da federação. A distribuição pôde seguir normalmente após o MS emitir uma nova nota técnica esclarecendo e correlacionando os lotes, garantindo a rastreabilidade e a segurança do processo.

 

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