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Entidades do Litoral Norte pedem a continuação do isolamento social

Henrique Pajares

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O Comitê Litoral Norte em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores e das Trabalhadoras emitiu nesta terça-feira, dia 14 de abril, um comunicado às autoridades e sociedade que é contra o fim do isolamento social neste momento. O Comitê afirma que os níveis e a capacidade de contágio são altíssimos e a única possibilidade de redução da força da COVID- 19 é o isolamento social. Cerca de 70 entidades de todo o Litoral apoiam a continuação da quarentena, deixando que apenas os serviços essenciais continuem funcionando.

Confira abaixo na íntegra o comunicado.

“Vivemos um momento sem precedentes na história mundial. A pandemia com o novo Coronavírus (Covid-19), que segundo todas as previsões da ciência médica indica que em poucos meses se tornará uma das maiores já registradas na história da humanidade, como aliás, já sinalizam os números que se multiplicam a cada novo dia. A Organização Mundial da Saúde – OMS estima que para cada caso confirmado, há mais dez casos existentes ainda sem notificação representando mais de 86% da infecção, conforme análise dos casos da China. O SUS, fundamental para salvar vidas, por conta dos ataques que vem sofrendo pelo atual governo, se mostra absolutamente insuficiente para dar conta sequer de uma parte menor da quantidade de infectados que chegarão em desespero e com risco iminente de morte aos nossos hospitais, já nas próximas semanas, o que já é realidade incontestável em todo o planeta. E no caso do Rio Grande do Sul, ainda nem chegamos aos meses de frio intenso, ambiente ainda mais propício para a disseminação do vírus. Os níveis e a capacidade de contágio são altíssimos e a única possibilidade de redução da força da COVID- 19 é o isolamento social.

Saudamos as providências iniciais de proteção da sociedade tomadas pelos governos municipais da nossa região. Mas outras terão que ser imediatamente implementadas pelos governos municipais, estadual e federal sob o risco iminente de absoluta impossibilidade de subsistência de famílias de trabalhadores informais, pequenos e microempresários e eventuais demitidos pela crise instalada.

Assistimos estupefatos as declarações do presidente da república, assim como manifestações de empresários e capitalistas que se organizam pressionando governos locais com o objetivo de garantir a continuidade do lucro em detrimento da vida de trabalhadores e da população em geral. População esta que ficará exposta a contaminação imediata do vírus mortal caso haja o afrouxamento das normas de isolamento social proporcionado pelas restrições de atividades econômicas, educacionais e outras que não sejam essenciais e absolutamente indispensáveis à proteção da vida.

É inadmissível que o direito à vida seja submetido aos interesses de empresários que não valorizam a vida do povo pobre e trabalhador. Estes serão os primeiros que se contaminarão nas ruas, nos locais de trabalho, no transporte público e nas filas onde jamais estarão os empresários e suas famílias”.

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Antecipação da vacina de grupos prioritários será avaliada pelo Ministério da Saúde

Henrique Pajares

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Durante a assembleia virtual do Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde (Conass), realizada na quarta-feira (24/3), os gestores estaduais, inclusive a secretária da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, se posicionaram pela avaliação da antecipação da vacinação de professores e de profissionais das forças de segurança.

O assunto será pautado na próxima segunda-feira (29/3) em reunião da Câmara Técnica do Ministério da Saúde, conforme foi acordado com a coordenadora do Plano Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fontana.

A secretária Arita disse que esta avaliação deverá levar em conta os critérios técnicos do PNI, que é elaborado com base em dados epidemiológicos. Ela informou que o colegiado de secretários considera que essa antecipação só poderá ser realizada depois que todos os idosos forem vacinados.

A antecipação da vacinação destes grupos já ocorreu em alguns Estados da federação, mesmo não estando liberada pelo PNI.

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Petrobras reduz preço de gasolina e diesel nas refinarias em R$ 0,11 por litro

Henrique Pajares

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A Petrobras vai reduzir em R$ 0,11 por litro o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias, a partir de quinta-feira (25). Trata-se do oitavo reajuste em 2021. Na última mudança, que entrou em vigor no sábado (20), houve queda de cerca de 5% no preço médio da gasolina.

Com a redução de cerca de 4%, o preço médio de gasolina da Petrobras nas refinarias será de R$ 2,59 por litro, enquanto o preço médio do diesel passará a ser de R$ 2,75 por litro, queda de 3,8%.
A redução dos combustíveis está ligada ao valor do dólar e do barril de petróleo, que caiu 7,3% na última semana.

No entanto, no ano, a gasolina ainda acumula alta de 40,8% e o diesel, de 36,1%.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.

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Fecomércio-RS pede a abertura do comércio aos fins de semana

Henrique Pajares

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Com a proximidade da Páscoa e diante da necessidade de aquisição de bens considerados não essenciais após sucessivas semanas de restrições, a Fecomércio-RS enviou ao governador Eduardo Leite novo pedido de ajuste das medidas de combate à Covid-19, para evitar a concentração de consumidores por conta da abertura do comércio apenas em dias e horários restritos. A entidade avisa que a redução da janela de abertura e proibição do comércio não essencial nos fins de semana podem levar a um número maior de clientes presentes simultaneamente nos estabelecimentos durante o seu funcionamento. Além disso, os consumidores que não podem realizar compras de segunda a sexta tendem a se concentrar no reduzido número de lojas que podem funcionar aos sábados e domingos.

Desta forma, pela experiência empresarial adquirida, a Fecomércio-RS alerta que, apesar de bem-intencionada, a restrição de abertura do comércio a horários reduzidos não tem o efeito esperado de diminuir a circulação e acaba por provocar maior concentração em um número menor de estabelecimentos, algo que vai contra as medidas indicadas para o combate do coronavírus. A entidade pede que o governador reconsidere a medida e reforça seu compromisso em estimular o cumprimento rígido de todos os protocolos de saúde nas empresas, que, como observado ao longo de 2020, limitam significativamente a transmissão do novo coronavírus.

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