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Emater divulga medidas de emergência e levantamento de perdas da estiagem no Estado

Henrique Pajares

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Levantamento inicial aponta as maiores perdas no milho (Foto: Rogério Fernandes)

O presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, informou as medidas de emergência que a Instituição está tomando para amenizar as consequências da estiagem no Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito na tarde de quinta-feira (09/01), na Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), durante reunião de prefeitos, deputados federais e estaduais, o presidente da Famurs, Dudu Freire, o secretário em exercício da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Luiz Fernando Rodriguez Júnior, bem como demais representantes da Secretaria da Defesa Civil, Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios e entidades agrícolas do RS.

Segundo Sandri, a Instituição organizou uma rede com 12 técnicos responsáveis, um em cada Regional, para receber as informações dos seus municípios diariamente e enviá-las para serem compiladas pela Gerência de Planejamento (GPL), no Escritório Central, em Porto Alegre. A Emater/RS-Ascar também está participando dos Grupos de Trabalho da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e Defesa Civil e realizando ações conjuntas com os municípios e entidades.

“Queremos orientar e dar agilidade às ações para remediar a situação, como auxílio na elaboração dos laudos necessários para encaminhamento do seguro pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Para isso, a Emater deverá realocar técnicos para municípios que tenham um volume maior de solicitantes”, afirma Sandri. Desde o primeiro dia de novembro do ano passado, com o começo da estiagem, até a sexta-feira (10/01), tem-se o registro de 976 solicitações de Proagro, sendo 410 apenas no milho e o restante para as perdas na fruticultura e olericultura.

Diante das ações da Emater/RS-Ascar, a Instituição foi citada, mais de uma vez, em cada pronunciamento realizado no evento por diferentes autoridades e lideranças, “demonstrando assim a relevância e credibilidade de nosso trabalho”, conclui Sandri.

Na ocasião também foi divulgada a estimativa preliminar de perdas na agropecuária em função do calor excessivo e falta de chuvas no Estado. O levantamento inicial aponta as maiores perdas no milho, sendo 30% nas regiões de Pelotas, Porto Alegre e Caxias do Sul; 32% na região de Ijuí; 26% na de Lajeado; 25% nas regiões de Soledade e Santa Maria e 20% na de Bagé. O milho silagem também apresenta perdas significativas, 65% na região de Caxias do Sul; 40% na de Soledade; 30% na de Porto Alegre e 27% na de Lajeado.

Outra cultura de verão bastante afetada é a do feijão, com perdas de 30% nas regiões de Porto Alegre e Soledade e de 20% na região de Caxias do Sul. Já a soja apresentou menores perdas em relação aos outros grãos da safra de verão, 20% na região de Soledade; 16% na de Lajeado e 10% nas regiões de Porto alegre e Frederico Westphalen.

O diretor técnico da Emater/RS, Alencar Rugeri, destacou a dificuldade de mensurar as perdas, “porque a estiagem é desuniforme e ainda está em curso, os dados mudam rapidamente. O caráter regionalizado e fases de cada cultura também influencia na consequência da estiagem e no porcentual de perdas”. disse.

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Antecipação da vacina de grupos prioritários será avaliada pelo Ministério da Saúde

Henrique Pajares

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Durante a assembleia virtual do Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde (Conass), realizada na quarta-feira (24/3), os gestores estaduais, inclusive a secretária da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, se posicionaram pela avaliação da antecipação da vacinação de professores e de profissionais das forças de segurança.

O assunto será pautado na próxima segunda-feira (29/3) em reunião da Câmara Técnica do Ministério da Saúde, conforme foi acordado com a coordenadora do Plano Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fontana.

A secretária Arita disse que esta avaliação deverá levar em conta os critérios técnicos do PNI, que é elaborado com base em dados epidemiológicos. Ela informou que o colegiado de secretários considera que essa antecipação só poderá ser realizada depois que todos os idosos forem vacinados.

A antecipação da vacinação destes grupos já ocorreu em alguns Estados da federação, mesmo não estando liberada pelo PNI.

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Petrobras reduz preço de gasolina e diesel nas refinarias em R$ 0,11 por litro

Henrique Pajares

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A Petrobras vai reduzir em R$ 0,11 por litro o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias, a partir de quinta-feira (25). Trata-se do oitavo reajuste em 2021. Na última mudança, que entrou em vigor no sábado (20), houve queda de cerca de 5% no preço médio da gasolina.

Com a redução de cerca de 4%, o preço médio de gasolina da Petrobras nas refinarias será de R$ 2,59 por litro, enquanto o preço médio do diesel passará a ser de R$ 2,75 por litro, queda de 3,8%.
A redução dos combustíveis está ligada ao valor do dólar e do barril de petróleo, que caiu 7,3% na última semana.

No entanto, no ano, a gasolina ainda acumula alta de 40,8% e o diesel, de 36,1%.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.

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Fecomércio-RS pede a abertura do comércio aos fins de semana

Henrique Pajares

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Com a proximidade da Páscoa e diante da necessidade de aquisição de bens considerados não essenciais após sucessivas semanas de restrições, a Fecomércio-RS enviou ao governador Eduardo Leite novo pedido de ajuste das medidas de combate à Covid-19, para evitar a concentração de consumidores por conta da abertura do comércio apenas em dias e horários restritos. A entidade avisa que a redução da janela de abertura e proibição do comércio não essencial nos fins de semana podem levar a um número maior de clientes presentes simultaneamente nos estabelecimentos durante o seu funcionamento. Além disso, os consumidores que não podem realizar compras de segunda a sexta tendem a se concentrar no reduzido número de lojas que podem funcionar aos sábados e domingos.

Desta forma, pela experiência empresarial adquirida, a Fecomércio-RS alerta que, apesar de bem-intencionada, a restrição de abertura do comércio a horários reduzidos não tem o efeito esperado de diminuir a circulação e acaba por provocar maior concentração em um número menor de estabelecimentos, algo que vai contra as medidas indicadas para o combate do coronavírus. A entidade pede que o governador reconsidere a medida e reforça seu compromisso em estimular o cumprimento rígido de todos os protocolos de saúde nas empresas, que, como observado ao longo de 2020, limitam significativamente a transmissão do novo coronavírus.

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